“Durante o interrogatório, ele expressou sua recusa em aceitar a homossexualidade de seu filho, afirmando que considera seu preconceito um direito próprio. Ele também declarou abertamente ser homofóbico”, disse o delegado da PCPR André Rosa da Silva. Diante dessas declarações, o homem recebeu voz de prisão em flagrante, conforme previsto pela Lei nº 7.716/89, que trata dos crimes de discriminação e preconceito.
“O discurso de ódio é a manifestação de desprezo ou intolerância contra determinados grupos, motivada por preconceitos ligados à etnia, religião, gênero, deficiência física ou mental e orientação sexual. Por ser considerado como crime, será rigorosamente reprimido pela PCPR”, conclui o delegado. O homem foi encaminhado ao sistema penitenciário e permanece à disposição da Justiça. Os nomes dos envolvidos não foram revelados pelas autoridades.